segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O Desenvolvimento Embrionário


Capítulo 15


O Desenvolvimento Embrionário


Desenvolvimento: São as transformações que passamos durante toda a vida no corpo.Da fecundação até a morte.
Desenvolvimento Embrionário: É o tempo da fecundação até o nascimento.Em que o indivíduo está em formação.

Os Tipos de Óvulos

Os óvulos possuem nutrientes dentro deles que formam o vitelo.
Dentro do vitelo tem proteínas,fosfolipídios e gorduras neutras.Essas substância ajuda a manter o embrião(o alimentam).
O vitelo pode ser modificado,isso vai depender de onde o embrião vive.
Quando o embrião vive fora da mãe é necessário mais vitelo.Como por exemplo os óvulos das aves.
Já nós os seres humanos por sermos formados no interior materno,somos alimentados pela placenta,então não precisamos de muito vitelo.


















A Reprodução

Capítulo: 14

                                              A Reprodução




A reprodução é quando os organismos crescem o máximo que podem.Tem várias maneiras de reprodução.
A reprodução é importante,porque sem ela a espécie seria extinta.Logo a reprodução é importante para a conservação da espécie.
Existem dois tipos de reprodução:Assexuada e Sexuada.

Reprodução Assexuada
A principal característica é que a reprodução assexuada da origem a seres iguais.Com características idênticas.
A maioria dos seres que participam desse tipo de reprodução também participam da reprodução sexuada.
O problema da reprodução assexuada é que se uma bactéria morre logo todos,os seus descendentes morrem pois estes são iguais a ela.Isso por causa da baixa Varabilidade Genética.

Tipos de Reprodução Assexuada:

Cissiparidade:
Uma célula que se divide em duas outras células totalmente iguais,de modo rápido.

Brotamento:
É quando uma parte do corpo faz mitose e no próprio corpo,brota outro ser idêntico.

Regeneração:
Quando algo acontece com uma parte do corpo.Não ha morte e sim regeneração.Voltam a ser como antes.

Tem também outras formas de Reprodução Assexuada que são:
Gemulação,Esporulação, Esquizogênese,Estrobilização.
Essas e as outras 3 formas que expliquei,estão sendo explicadas no vídeo a seguir.(que me ajudou muito no entendimento,afinal tenho que confessar que esse tema eram um dos que eu mais temia....!)




Gêmeos ( monozigóticos e dizigóticos )

Chama-se gêmeos ou gémeos  a dois ou mais irmãos que nascem de uma mesma gestação da mãe, podendo ser idênticos ou não. Por extensão, as crianças nascidas de partos triplos, quádruplos ou mais também são chamados de gêmeos/gémeos. Apesar de não haver uma estatística precisa, estima-se que uma em cada 85 gravidez é gemelar.

Os gêmeos bivitelinos são dizigóticos ou multivitelinos, ou seja, são formados a partir de dois óvulos. Nesse caso são produzidos dois ovócitos e esses são fecundados por dois espermatozóides, formando assim, dois embriões. Quase sempre são formados em placentas diferentes e não dividem o saco amniótico. Os gêmeos fraternos não se assemelham muito entre si, podem ter, ou não, o mesmo fator sanguíneo e podem ser do mesmo sexo ou não. Também são conhecidos como gêmeos diferentes. Na verdade são dois irmãos comuns que tiveram gestação coincidente. Representam 66% de todas as gestações gemelares, e neste tipo de gestação, um terço tem sexos diferentes, enquanto dois terços o mesmo sexo. Um em cada um milhão de gêmeos deste tipo têm cores diferentes, mesmo sendo do mesmo pai. É possível gêmeos fraternos terem pais diferentes
.Os gêmeos xifópagos, ou siameses, são monozigóticos, ou seja, formados a partir do mesmo zigoto. Porém, nesse caso, o disco embrionário não chega a se dividir por completo, produzindo gêmeos que estarão ligados por uma parte do corpo, ou têm uma parte do corpo comum aos dois. O embrião de gêmeos xifópagos é, então, constituído de apenas uma massa celular, sendo desenvolvido na mesma placenta, com o mesmo saco aminiótico.

Quando um óvulo é produzido e fecundado por um só espermatozóide e se divide em duas culturas de células completas, dá origem aos gêmeos idênticos, ou monozigóticos, ou univitelinos. Sempre possuem o mesmo sexo. Os gêmeos idênticos têm o mesmo genoma, e são clones um do outro. Apenas um terço das gestações são de gêmeos univitelinos. Apesar de serem considerados clones, gêmeos idênticos não possuem as mesmas impressões digitais. Isso se deve ao fato de que, mesmo em um pequeno espaço dentro do útero materno, as pessoas tem contato com partes diferentes desse ambiente, o que confere pequenas variações nas digitais dos mesmos, tornando-os únicos.

MALFORMAÇÕES CAUSADAS POR FATORES GENÉTICOS


Os fatores genéticos constituem as causas mais importantes de malformações congênitas. Já foi calculado que eles respondem por cerca de um terço dos defeitos congênitos e quase 85% daqueles com causa desconhecida.
Dois tipos de alteração ocorrem em complementos cromossômicos, as numéricas e as estruturais, podendo afetar cromossomos sexuais e/ou cromossomos autossômicos. As pessoas portadoras de anormalidades cromossômicas geralmente apresentam fenótipos característicos ( p.ex., as características físicas de crianças com a Síndrome de Dowm ). Elas parecem mais com outros portadores da mesma anormalidade cromossômica que com seus irmãos e irmãs. Essa aparência característica resulta do desequilíbrio genético. Os fatores genéticos iniciam as anomalias por meios bioquímicos e outros a nível subcelular, celular ou tecidual. O mecanismo anormal iniciado por fatores genéticos pode ser igual ao mecanismo iniciado por um teratógeno ( p.ex., uma droga ).

Embriologia dos anfíbios




Celoma


O Celoma (cele - "cavidade") é uma cavidade originada da mesoderme. No adulto, o celoma formará a cavidade geral do corpo, situada entre a derme/epiderme e o tubo digestivo. Tal cavidade aloja diversos órgãos do animal, que neste caso recebe o nome de celomado (com cavidade central totalmente revestida pela mesoderme).
Seres protostômios apresentam celoma esquizocélico (do grego schizos, dividido, fendido), pois ele se forma a partir de fendas internas que surgem da mesoderme do embrião; já seres deuterostômios apresentam celoma enterocélico (do grego enteron, intestino), já que ele surge a partir de bolsas que brotam do teto do intestino primitivo.
Nos animais inferiores, como celenterados (águas-vivas ou corais), a gástrula só desenvolve os dois primeiros folhetos embrionários: (ectoderme e endoderme). Não há a fase de gástrula tridérmica. Por esta razão, o corpo desses animais, mesmo nos adultos, tem apenas duas camadas fundamentais de células. Entre elas, ocorre uma camada mediana de substância gelatinosa, com células móveis; porem esta camada - a mesogléia – é de origem endodérmica.
Animais com essa organização tão elementar são classificados como diblásticos ou diploblásticos. Evidentemente, não poderiam revelar celoma, já que este nasce da mesoderma.
Existem, animais que, embora desenvolvam o mesoderma embrionariamente, não chegam a revelar celoma. São triploblásticos ou triblásticos, no entanto, não possuem cavidade celomática, são os chamados psedo-celomados ou blastocelomados. É que as células mesodérmicas, nestes animais, não se organizam originando os folhetos somáticos e esplâncnico, os quais, por separação, delimitam o celoma. Isso ocorre com platelmintos que conservam um mesoderma maciço por toda a vida.
. O mesoderma adere ao ectoderma e se afasta do endoderma. Surge, então, um espaço entre o endoderma e o mesoderma que, no indivíduo adulto, simula o celoma. Na realidade, não passa de um falso celoma. É o que verifica com os nematelmintos. Esses animais são classificados como pseudocelomados ou apocelomados.
Na sua grande maioria, os animais são triploblásticos e celomados, desenvolvem, durante a formação embrionária, o mesoderma e depois organizam as células mesodérmicas em folhetos somáticos e folheto esplâncnico, delimitando o surgimento do celoma.

Doenças Sexualmente Transmissíveis

 Herspes genital  

herpes genital é uma doença infecciosa sexualmente transmissível que pode ser causada pelo vírus HSV-1 ou HSV-2, sendo que o primeiro é mais prevalente nos casos de herpes labial. Não existem dados precisos sobre a incidência ou prevalência da doença, mas acredita que grande parte da população mundial esteja infectada com o vírus, entretanto, cerca de 60% dos pacientes não manifestam a doença. No Brasil, estima-se que de 10-12 milhões de pessoas sejam infectadas. A incidência maior se dá após os 18 anos ou em pacientes com vida sexual ativa.

Gonorreia 
gonorreia ou blenorragia é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, ou gonococo. A gonorreia também chamada blenorragia,é causada por uma bactéria que pode provocar inflamaçao na uretra,na próposta e no útero.O homem sente dor e ardência na região genital e elimina uma secreção branca ou amarelada ao urinar. A N.gonorrhoeae é uma bactéria Gram-negativa, que à microscopia óptica tem forma de diplococos medindo cerca de 1 micrometro (são cocos assemelhados a um rim, e que se agrupam aos pares). O fator mais importante de virulência do gonococo é a existência de pílios e da proteína. Estas estruturas permitem à bactéria permanecer aderente à mucosa do tracto urinário, resistindo ao jato da micção. O gonococo infecta principalmente as células cilíndricas da uretra, poupando geralmente a vagina e útero, cujos epitélios são de células escamosas. Recentemente, foi descoberto no Japão uma variação da bactéria chamada H041 resistente à todos os tipos de antibióticos conhecidos da classe das cefalosporinas.

Codiloma acuminado 

O condiloma acuminado ou papilomavírus, como também é chamado, é uma doença sexualmente transmissível causada pelo HPV (human papilloma viruses): um grupo de vírus que possui mais de tipos diferentes, sendo os 6, 11, 16, 18 e 42 os mais comuns para esta doença. 

O HPV provoca verrugas autoinoculáveis, de coloração rosada, úmidas e macias, de aspecto semelhante à couve-flor. Estas se localizam na região genital, principalmente na glande e prepúcio (homens) e vulva e colo de útero (mulheres). No ânus e na boca podem também ocorrer, em razão das modalidades sexuais relacionadas a essas regiões. A pessoa pode, ainda, ter a doença de forma assintomática, mas com condições de transmitir a outras pessoas. 

Esta se dá, principalmente, quando ocorre o contato com a pele contaminada. Roupas íntimas, toalhas, saunas e vasos sanitários contaminados podem, também, propiciar o condiloma. Mães gestantes correm o risco de transmitir a seus filhos, no momento do parto normal. 
                                             
Pesquisas apontam que essa DST pode estar relacionada à incidência de alguns cânceres, como o de colo de útero. 

vacina aprovada no Brasil é indicada para mulheres entre 9 e 26 anos de idade e que não possuam a infecção. A distribuição, pelo menos até segunda ordem, não será gratuita e os valores ainda estão sendo discutidos.
Linfogranuloma Venéreo

linfogranuloma venéreo (LGV) é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Chlamydia trachomatis. Caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) e que se apresenta como uma ulceração (ferida) ou como uma pápula (elevação da pele). Seu período de incubação varia de 7 a 30 dias. A transmissão mais frequente dá-se através da relação sexual. O reto de pessoas cronicamente infectadas é reservatório de infecção.

Granuloma inguinal 

O granuloma inguinal é uma doença causada pela bactéria Calymmatobacterium granulomatis, que causa uma inflamação crónica nos órgãos genitais.
O granuloma inguinal é raro em climas temperados, mas frequente em algumas zonas tropicais e subtropicais.
A sintomatologia inicia-se de 1 a 12 semanas depois da infecção. O primeiro sintoma é um nódulo indolor e de cor avermelhada que lentamente se converte numa massa arredondada. Os pontos de infecção incluem o pénis, o escroto, a virilha e as coxas, nos homens. A vulva, a vagina e as áreas de pele circundantes são as zonas nas mulheres. Tanto nos homens como nas mulheres, o ânus, as nádegas e o rosto podem ser afectados. No final, as massas podem chegar a cobrir os órgãos genitais. A cura é lenta e deixa cicatrizes. Em regra, os nódulos superinfectam-se. Se o granuloma inguinal não receber tratamento, a infecção pode espalhar-se a todo o corpo, até aos ossos, às articulações ou ao fígado, provocando uma acentuada perda de peso, febre e anemia.
O diagnóstico estabelece-se a partir das massas típicas, vermelhas e brilhantes, que o doente apresenta. O exame ao microscópio de fragmentos para amostra extraídos do bordo dessas protuberâncias pode confirmar o diagnóstico.  
Pediculose 

O piolho do couro cabeludo (Pediculus humanus capitis) é um inseto que se alimenta do sangue das pessoas e reproduz-se com rapidez.Transmitido de uma pessoa para outra, ele se instala no folículo piloso, ou seja, na base do cabelo, onde deposita seus ovos, as lêndeas, fáceis de serem reconhecidas e que se diferem da caspa porque ficam grudadas no pelo.
O período de incubação dura de 8 a 10 dias. A infestação ocorre mais em crianças, principalmente nas que frequentam escolas e estão em contato com outras crianças. Não tratar a pediculose capilar infantil pode acarretar mau desempenho escolar por causa da coceira, noites mal dormidas e, nos casos mais graves, anemia provocada pela hematofagia desses insetos.
Hepatite tipo  B


 A hepatite B é uma doença infecciosa inflamatória do fígado causada pelo vírus da hepatite B (HBV) que afeta algumas espécies de primatas, incluindo seres humanos. Originalmente conhecida como "hepatite do soro", a doença tem causado epidemias em regiões da Ásia e da África, e é endêmica na China. Cerca de um terço da população mundial foi infectada pelo vírus em algum momento de suas vidas, incluindo 350 milhões de pessoas que são portadoras crônicas.
O vírus é transmitido através da exposição a sangue ou fluidos corporais, tais como sêmen e secreções vaginais, contaminados. O DNA viral também já foi detectado na saliva, lágrimas e na urina de portadores crônicos. A infecção perinatal é a principal via de transmissão em áreas endêmicas (principalmente nos países em desenvolvimento). Outros fatores de risco para o desenvolvimento da infecção por HBV incluem: profissionais de saúde, pessoas que recebem transfusões ou diáliseacupuntura, tatuagem, viajantes a locais endêmicos e residentes de instituições. Entretanto, o vírus da hepatite B não pode ser transmitida através de aperto de mão, compartilhamento de talheres ou copos, beijo, abraço, tosse, espirro ou amamentação.
A doença aguda provoca inflamação do fígado, vômitos, icterícia e, raramente, a morte. Já a hepatite B crônica pode eventualmente causar cirrose ou mesmo câncer. A infecção pode ser prevenida através da administração em três doses da vacina contra hepatite B. O vírus da hepatite D (HDV) só ataca células já infectadas pelo HBV, piorando assim o prognóstico dos doentes com hepatite B crônica.
O vírus da hepatite B é um hepadnavírus - hepa, de hepatotrópico (atraído para o fígado) e dna, porque é um vírus de DNA - e tem um genoma circular de DNA de cadeia dupla parcial. Os vírus replicam através de uma forma intermediária de RNA por transcrição reversa, que, na prática, os relaciona com os retrovírus. Embora a replicação tenha lugar no fígado, o vírus propaga-se para o sangue, onde as proteínas virais e anticorpos contra eles são encontrados em pessoas infectadas.

Tricomoníase 


A tricomoníase, também chamada de uretrite, vaginite por Trichomonas, uretrite não gonocócica ou UNG; é uma doença causada pelo protozoário flageladoTrichomonas vaginalis. Sua transmissão se dá por meio de relações sexuais desprotegidas ou contato íntimo com as secreções de indivíduo infectado. O período de incubação varia entre duas e três semanas.
A maioria das pessoas acometidas não tem manifestações sintomáticas e, por isso, muitas vezes a infecção só é descoberta ao se fazer exames preventivos – daí a importância de se visitar, ao menos uma vez ao ano, o ginecologista ou urologista, no caso de pessoas do sexo masculino. Quando os sintomas aparecem, incluem dor ao urinar ou ao ter relações sexuais, ardor e coceira na região genital. Além disso, mulheres podem ter corrimento amarelo-esverdeado e cheiro forte.
Estudos apontam que a tricomoníase está associada à transmissão do HIV, doença inflamatória pélvica, câncer cervical, infertilidade, parto prematuro e nascimento de bebês com baixo peso. Não sendo tratada, a infecção pode reincidir.
É importante visitar o médico a fim de obter o diagnóstico, já que essa infecção pode ser confundida com outras, como a candidíase e, portanto, a automedicação seria um erro. Provavelmente será solicitado o papanicolau, mas o profissional poderá fazer a análise das secreções no próprio consultório.
Como mesmo sem manifestar sintomas a pessoa pode estar acometida, e é capaz de contaminar outros indivíduos, é essencial seguir rigorosamente as orientações profissionais, que incluem o uso do remédio receitado, tratamento do parceiro e abstinência alcoólica e sexual, até que os mesmos sejam autorizados pelo médico.
Quanto à prevenção, o uso de camisinha, tanto masculina quanto feminina, é muito importante; em qualquer tipo de relação sexual.


Tipos de meiose e ciclos de vida


De acordo com o ciclo de vida que ocorre nos seres eucariotos de reprodução sexuada, a meiose pode ser de três tipos: gamética (final), zigótica (incial) eespórica (intermediária).

I – MEIOSE GAMÉTICA OU FINAL

Ocorre em algumas algas e nos animais em geralinclusive no homem, levando à formação dos gametas (n), unidades sexuadas de reprodução. Osorganismos adultos nos quais essa meiose ocorre são diploides (2n), como mostra a figura abaixo. Graças à meiose, que ocorre em células especializadas, são formados os gametas, que são células haploides (n), daí a denominação demeiose gamética. A fecundação dessas células forma o zigoto (2n), restabelecendo a diploidia inicial. Desenvolvendo-se, por mitose, o zigoto forma um novo indivíduo diploide que repete o ciclo, denominado haplobionte diplonte.
O esquema abaixo mostra o ciclo reprodutivo da espécie humana que, como mencionamos acima, apresenta meiose gamética ou final. Nele, podemos observar que os gametas (óvulo e espermatozoide) são resultantes de meiose, que ocorre em estruturas especializadas denominadas gônadas (testículos e ovários). Nessas estruturas, as células diploides da linhagem germinativa dividem-se e se diferenciam, por um processo chamado gametogênese, formando osespermatozoides e os óvulos, que são haploides.

II. MEIOSE ZIGÓTICA OU INICIAL

Ocorre no zigoto (2n), logo após a sua formação e é observada em algumas algas verdes como a Chlamydomonas e a Spirogyraem vários fungos, como o Rhizobium nigricans (conhecido como “bolor de pão”) em alguns protozoários, como o Plasmodium vivaxcausador da malária. No ciclo reprodutivo desses seres, os organismos adultos são haploides (n) e produzem gametas por mitose, e não por meiose, como mostra a figura abaixo. Em seguida, os gametas se unem, por fecundaçãoformando o zigoto (2n), que sofre meiose, originando células haploides. Essas, multiplicando-se por mitose, geram indivíduos haploides adultos, que, formando gametas, repetem o ciclo, conhecido como haplobionte haplonte.
Lembramos que, no ciclo haplobionte haplonte, os organismos são haploides eapenas o zigoto é diploide.

III. ESPÓRICA OU INTERMEDIÁRIA

Embora ocorra em algumas algas multicelulares e em alguns fungos, ela étípica dos vegetais em geral, ocorrendo tanto nos criptógamos (briófitas epteridófitas) como nos fanerógamas (gimnospermas e angiospermas). Nas espécies dotadas de meiose espórica (figura a seguir), há dois tipos de organismos, denominados: gametófito (haploide), que produz os gametas, eesporófito (diploide), que origina esporos. Os gametas, formados por mitose, e não por meiose, unem-se, graças à fecundação, produzindo o zigoto (2n). Esse se desenvolve por mitose, originando o esporófito, que, através de meiose, produz esporosunidades assexuadas de reprodução. A germinação dos esporos, por mitose, origina gametófitos haploides, que, na maturidade,formarão gametas, completando o ciclo, denominado diplobionte. Esse fenômeno em que há uma alternância entre indivíduos adultos haploides e diploides é conhecido como metagênese ou alternância de gerações.
Como se pode constatar do exposto, nem toda meiose produz gameta e nem todo gameta provém de meioseApenas nos organismos dotados de ciclo haplobionte diplonte a meiose produz gametas (meiose gamética). Nos demais organismos (haplobionte haplonte e diplobionte), os gametas provêm de mitose.

Formação dos Espermatozóides

Os espermatozóides são produzidos continuamente nos testículos do homem durante toda a sua vida, mas levam sete semanas para amadurecer antes da ejaculação.  A sua quantidade e qualidade começam a diminuir depois dos 40 anos.  Os espermatozóides têm forma de girinos e medem cerca de 0,2 mm, muito menos do que os óvulos, que têm mais ou menos o tamanho do ponto final desta frase.   O espermatozóide possui uma cabeça onde esta localizado o material genético e uma cauda que facilita a sua locomoção. 
O processo de produção dos espermatozóides nos testículos masculinos é conhecido como espermatogênese e se inicia nos Túbulos Seminíferos.   Ele é contínuo e demora cerca de sete semanas, desde a geração inicial de um espermatozóide até seu amadurecimento e ejaculação.  As figuras ao lado mostra toda o processo da espermatogênese. 
Todas as células contêm 46 cromossomos, com excessão a essa regra do espermatozóide e o óvulo que têm 23 cromossomos.
Após produzido nos túbulos seminíferos os espermatozóides percorre um duro caminho até chegar na vagina através da ejaculação.   Este percurso inclui o Epididimo que são canais que saem dos testículos e que medem cerca de 8 a 10 m se forem estirados.   Esse percurso pelo epididimo dura cerca de 2 a 4 dias onde o espermatozóide vai amadurecendo e adquire sua melhor capacidade de movimentação.  Antes de ser ejaculado na vagina o espermatozóide é misturado   com o líquido seminal produzido 70% pela vesícula seminal, 20% pela prostata e 10% pelos fluidos provevenientes do testículo e do epididimo.  A quantidade de sêmen ejaculado é de aproximadamente o equivalente a uma colher de sobremesa e 2% do sêmen ejaculado é constituído de espermatozóides e 98% de líquido seminal

O câncer

Cancro  ou Câncer é uma doença caracterizada por uma população de células que cresce e se divide sem respeitar os limites normais, invade e destrói tecidos adjacentes, e pode se espalhar para lugares distantes no corpo, através de um processo chamado metástase. Estas propriedades malignas do câncer o diferenciam dos tumores benignos, que são auto-limitados em seu crescimento e não invadem tecidos adjacentes (embora alguns tumores benignos sejam capazes de se tornarem malignos). O câncer pode afetar pessoas de todas as idades, mas o risco para a maioria dos tipos de câncer aumenta com o acréscimo da idade. O câncer causa cerca de 13% de todas as mortes no mundo, sendo os cânceres de pulmãoestômagofígadocólon e mama os que mais matam.

Ficheiro:Normal cancer cell division from NIH.png
Quase todos os cânceres são causados por anomalias no material genético de células transformadas. Estas anomalias podem ser resultado dos efeitos de carcinógenos, como o tabagismoradiaçãosubstâncias químicas ou agentes infecciosos. Outros tipos de anormalidades genéticas podem ser adquiridas através de erros na replicação do DNA, ou são herdadas, e conseqüentemente presente em todas as células ao nascimento. As interações complexas entre carcinógenos e o genoma hospedeiro podem explicar porque somente alguns desenvolvem câncer após a exposição a um carcinógeno conhecido. Novos aspectos da genética da patogênese do câncer, como a metilação do DNA e os microRNAs estão cada vez mais sendo reconhecidos como importantes para o processo.

HomensMulheres
mais comumcausa de morte[6]mais comumcausa de morte[6]
câncer de próstata (33%)câncer de próstata (10%)câncer de mama (32%)câncer de mama (15%)
câncer de pulmão (13%)câncer de pulmão (31%)câncer de pulmão (12%)câncer de pulmão (27%)
câncer colorretal (10%)câncer colorretal (10%)câncer colorretal (11%)câncer colorretal (10%)
câncer de bexiga (7%)câncer pancreático (5%)câncer endometrial (6%)câncer ovariano (6%)
melanoma cutâneo (5%)leucemia (4%)linfoma não-Hodgkin (4%)câncer pancreático (6%)

A morte celular apoptose


Apoptose

Apoptose, também conhecida como morte celular programada, é um processo necessário para a manutenção do desenvolvimento dos seres vivos, pois está relacionada com a manutenção da homeostase e com a regulação fisiológica do tamanho dos tecidos e também, quando há estímulos patológicos.
Existem diversos processos distintos, além da apoptose, que resultam em morte celular como: autofagia, necrose, mitose catastrófica e senescência. No ano de 1964, foi proposto o termo “morte celular programada” para designar o processo que ocorre de uma forma não acidental. Já no ano de 1972, Kerr, Wyllie e Currie sugeriram o nome apoptose para este processo.
Como foi dito anteriormente, a apoptose pode ter causas fisiológicas e patológicas.

Apoptose Causada por Estímulos Fisiológicos

É útil na manutenção do equilíbrio interno dos organismos multicelulares, sendo que nos humanos pode ocorrer em certas situações, como:
  • Nos casos de involução de estruturas fetais durante o desenvolvimento embrionário do feto;
  • Situações de corte no suprimento de hormônios estimulatórios (como menopausa);
  • Tecidos onde há uma constante renovação celular;
  • Apoptose estimulada pelo linfócito T citotóxico;
  • Após uma resposta imunológica do organismo a um agente biológico;
  • Nas células fibrosas que originam o cristalino.

Apoptose Causada por Patologias

  • Casos de lesão do material genético (DNA) da célula, através de estímulos radioativos, químicos ou virais;
  • Nos casos de lesão por isquemia ou hipóxia pode resultar em necrose ou apoptose. Certos estímulos à morte celular por necrose também desencadeiam a morte celular por apoptose.
Este processo ocorre muito rápido, sendo que primeiramente há a retração celular, que gera perda de aderência com amatriz extracelular e células vizinhas. Com exceção das mitocôndrias, que podem apresentar ruptura da membrana externa, as outras organelas mantêm sua morfologia. Por conseguinte, a cromatina se condensa e se concentra próxima à membrana nuclear. Logo após, a membrana celular gera prolongamentos, havendo desintegração nuclear. Esses prolongamentos aumentam de número e de tamanho e se rompem, dando origem a estruturas contendo o conteúdo nuclear. Estas partes envoltas pela membrana celular recebem o nome de corpos apoptóticos, sendo esses fagocitados pelos macrófagos e removidos rapidamente para não resultar em um processo inflamatórios.