Nesse blog iremos postar o que estamos aprendendo em biologia, atualmente estamos realizando o 1ºEM
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Celoma
O Celoma (cele - "cavidade") é uma cavidade originada da mesoderme. No adulto, o celoma formará a cavidade geral do corpo, situada entre a derme/epiderme e o tubo digestivo. Tal cavidade aloja diversos órgãos do animal, que neste caso recebe o nome de celomado (com cavidade central totalmente revestida pela mesoderme).
Seres protostômios apresentam celoma esquizocélico (do grego schizos, dividido, fendido), pois ele se forma a partir de fendas internas que surgem da mesoderme do embrião; já seres deuterostômios apresentam celoma enterocélico (do grego enteron, intestino), já que ele surge a partir de bolsas que brotam do teto do intestino primitivo.
Nos animais inferiores, como celenterados (águas-vivas ou corais), a gástrula só desenvolve os dois primeiros folhetos embrionários: (ectoderme e endoderme). Não há a fase de gástrula tridérmica. Por esta razão, o corpo desses animais, mesmo nos adultos, tem apenas duas camadas fundamentais de células. Entre elas, ocorre uma camada mediana de substância gelatinosa, com células móveis; porem esta camada - a mesogléia – é de origem endodérmica.
Animais com essa organização tão elementar são classificados como diblásticos ou diploblásticos. Evidentemente, não poderiam revelar celoma, já que este nasce da mesoderma.
Animais com essa organização tão elementar são classificados como diblásticos ou diploblásticos. Evidentemente, não poderiam revelar celoma, já que este nasce da mesoderma.
Existem, animais que, embora desenvolvam o mesoderma embrionariamente, não chegam a revelar celoma. São triploblásticos ou triblásticos, no entanto, não possuem cavidade celomática, são os chamados psedo-celomados ou blastocelomados. É que as células mesodérmicas, nestes animais, não se organizam originando os folhetos somáticos e esplâncnico, os quais, por separação, delimitam o celoma. Isso ocorre com platelmintos que conservam um mesoderma maciço por toda a vida.
. O mesoderma adere ao ectoderma e se afasta do endoderma. Surge, então, um espaço entre o endoderma e o mesoderma que, no indivíduo adulto, simula o celoma. Na realidade, não passa de um falso celoma. É o que verifica com os nematelmintos. Esses animais são classificados como pseudocelomados ou apocelomados.
Na sua grande maioria, os animais são triploblásticos e celomados, desenvolvem, durante a formação embrionária, o mesoderma e depois organizam as células mesodérmicas em folhetos somáticos e folheto esplâncnico, delimitando o surgimento do celoma.
. O mesoderma adere ao ectoderma e se afasta do endoderma. Surge, então, um espaço entre o endoderma e o mesoderma que, no indivíduo adulto, simula o celoma. Na realidade, não passa de um falso celoma. É o que verifica com os nematelmintos. Esses animais são classificados como pseudocelomados ou apocelomados.
Na sua grande maioria, os animais são triploblásticos e celomados, desenvolvem, durante a formação embrionária, o mesoderma e depois organizam as células mesodérmicas em folhetos somáticos e folheto esplâncnico, delimitando o surgimento do celoma.
Doenças Sexualmente Transmissíveis
Herspes genital
O herpes genital é uma doença infecciosa sexualmente transmissível que pode ser causada pelo vírus HSV-1 ou HSV-2, sendo que o primeiro é mais prevalente nos casos de herpes labial. Não existem dados precisos sobre a incidência ou prevalência da doença, mas acredita que grande parte da população mundial esteja infectada com o vírus, entretanto, cerca de 60% dos pacientes não manifestam a doença. No Brasil, estima-se que de 10-12 milhões de pessoas sejam infectadas. A incidência maior se dá após os 18 anos ou em pacientes com vida sexual ativa.
Gonorreia
A gonorreia ou blenorragia é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, ou gonococo. A gonorreia também chamada blenorragia,é causada por uma bactéria que pode provocar inflamaçao na uretra,na próposta e no útero.O homem sente dor e ardência na região genital e elimina uma secreção branca ou amarelada ao urinar. A N.gonorrhoeae é uma bactéria Gram-negativa, que à microscopia óptica tem forma de diplococos medindo cerca de 1 micrometro (são cocos assemelhados a um rim, e que se agrupam aos pares). O fator mais importante de virulência do gonococo é a existência de pílios e da proteína. Estas estruturas permitem à bactéria permanecer aderente à mucosa do tracto urinário, resistindo ao jato da micção. O gonococo infecta principalmente as células cilíndricas da uretra, poupando geralmente a vagina e útero, cujos epitélios são de células escamosas. Recentemente, foi descoberto no Japão uma variação da bactéria chamada H041 resistente à todos os tipos de antibióticos conhecidos da classe das cefalosporinas.
Codiloma acuminado
O condiloma acuminado ou papilomavírus, como também é chamado, é uma doença sexualmente transmissível causada pelo HPV (human papilloma viruses): um grupo de vírus que possui mais de tipos diferentes, sendo os 6, 11, 16, 18 e 42 os mais comuns para esta doença.
O HPV provoca verrugas autoinoculáveis, de coloração rosada, úmidas e macias, de aspecto semelhante à couve-flor. Estas se localizam na região genital, principalmente na glande e prepúcio (homens) e vulva e colo de útero (mulheres). No ânus e na boca podem também ocorrer, em razão das modalidades sexuais relacionadas a essas regiões. A pessoa pode, ainda, ter a doença de forma assintomática, mas com condições de transmitir a outras pessoas.
Esta se dá, principalmente, quando ocorre o contato com a pele contaminada. Roupas íntimas, toalhas, saunas e vasos sanitários contaminados podem, também, propiciar o condiloma. Mães gestantes correm o risco de transmitir a seus filhos, no momento do parto normal.
O HPV provoca verrugas autoinoculáveis, de coloração rosada, úmidas e macias, de aspecto semelhante à couve-flor. Estas se localizam na região genital, principalmente na glande e prepúcio (homens) e vulva e colo de útero (mulheres). No ânus e na boca podem também ocorrer, em razão das modalidades sexuais relacionadas a essas regiões. A pessoa pode, ainda, ter a doença de forma assintomática, mas com condições de transmitir a outras pessoas.
Esta se dá, principalmente, quando ocorre o contato com a pele contaminada. Roupas íntimas, toalhas, saunas e vasos sanitários contaminados podem, também, propiciar o condiloma. Mães gestantes correm o risco de transmitir a seus filhos, no momento do parto normal.
Pesquisas apontam que essa DST pode estar relacionada à incidência de alguns cânceres, como o de colo de útero.
A vacina aprovada no Brasil é indicada para mulheres entre 9 e 26 anos de idade e que não possuam a infecção. A distribuição, pelo menos até segunda ordem, não será gratuita e os valores ainda estão sendo discutidos.
O linfogranuloma venéreo (LGV) é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Chlamydia trachomatis. Caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) e que se apresenta como uma ulceração (ferida) ou como uma pápula (elevação da pele). Seu período de incubação varia de 7 a 30 dias. A transmissão mais frequente dá-se através da relação sexual. O reto de pessoas cronicamente infectadas é reservatório de infecção.
A hepatite B é uma doença infecciosa inflamatória do fígado causada pelo vírus da hepatite B (HBV) que afeta algumas espécies de primatas, incluindo seres humanos. Originalmente conhecida como "hepatite do soro", a doença tem causado epidemias em regiões da Ásia e da África, e é endêmica na China. Cerca de um terço da população mundial foi infectada pelo vírus em algum momento de suas vidas, incluindo 350 milhões de pessoas que são portadoras crônicas.
A vacina aprovada no Brasil é indicada para mulheres entre 9 e 26 anos de idade e que não possuam a infecção. A distribuição, pelo menos até segunda ordem, não será gratuita e os valores ainda estão sendo discutidos.
Linfogranuloma Venéreo
O linfogranuloma venéreo (LGV) é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Chlamydia trachomatis. Caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) e que se apresenta como uma ulceração (ferida) ou como uma pápula (elevação da pele). Seu período de incubação varia de 7 a 30 dias. A transmissão mais frequente dá-se através da relação sexual. O reto de pessoas cronicamente infectadas é reservatório de infecção.
Granuloma inguinal
O granuloma inguinal é uma doença causada pela bactéria Calymmatobacterium granulomatis, que causa uma inflamação crónica nos órgãos genitais.
O granuloma inguinal é raro em climas temperados, mas frequente em algumas zonas tropicais e subtropicais.
A sintomatologia inicia-se de 1 a 12 semanas depois da infecção. O primeiro sintoma é um nódulo indolor e de cor avermelhada que lentamente se converte numa massa arredondada. Os pontos de infecção incluem o pénis, o escroto, a virilha e as coxas, nos homens. A vulva, a vagina e as áreas de pele circundantes são as zonas nas mulheres. Tanto nos homens como nas mulheres, o ânus, as nádegas e o rosto podem ser afectados. No final, as massas podem chegar a cobrir os órgãos genitais. A cura é lenta e deixa cicatrizes. Em regra, os nódulos superinfectam-se. Se o granuloma inguinal não receber tratamento, a infecção pode espalhar-se a todo o corpo, até aos ossos, às articulações ou ao fígado, provocando uma acentuada perda de peso, febre e anemia.
O diagnóstico estabelece-se a partir das massas típicas, vermelhas e brilhantes, que o doente apresenta. O exame ao microscópio de fragmentos para amostra extraídos do bordo dessas protuberâncias pode confirmar o diagnóstico.
Pediculose
O piolho do couro cabeludo (Pediculus humanus capitis) é um inseto que se alimenta do sangue das pessoas e reproduz-se com rapidez.Transmitido de uma pessoa para outra, ele se instala no folículo piloso, ou seja, na base do cabelo, onde deposita seus ovos, as lêndeas, fáceis de serem reconhecidas e que se diferem da caspa porque ficam grudadas no pelo.
O período de incubação dura de 8 a 10 dias. A infestação ocorre mais em crianças, principalmente nas que frequentam escolas e estão em contato com outras crianças. Não tratar a pediculose capilar infantil pode acarretar mau desempenho escolar por causa da coceira, noites mal dormidas e, nos casos mais graves, anemia provocada pela hematofagia desses insetos.
Hepatite tipo B
A hepatite B é uma doença infecciosa inflamatória do fígado causada pelo vírus da hepatite B (HBV) que afeta algumas espécies de primatas, incluindo seres humanos. Originalmente conhecida como "hepatite do soro", a doença tem causado epidemias em regiões da Ásia e da África, e é endêmica na China. Cerca de um terço da população mundial foi infectada pelo vírus em algum momento de suas vidas, incluindo 350 milhões de pessoas que são portadoras crônicas.
O vírus é transmitido através da exposição a sangue ou fluidos corporais, tais como sêmen e secreções vaginais, contaminados. O DNA viral também já foi detectado na saliva, lágrimas e na urina de portadores crônicos. A infecção perinatal é a principal via de transmissão em áreas endêmicas (principalmente nos países em desenvolvimento). Outros fatores de risco para o desenvolvimento da infecção por HBV incluem: profissionais de saúde, pessoas que recebem transfusões ou diálise, acupuntura, tatuagem, viajantes a locais endêmicos e residentes de instituições. Entretanto, o vírus da hepatite B não pode ser transmitida através de aperto de mão, compartilhamento de talheres ou copos, beijo, abraço, tosse, espirro ou amamentação.
A doença aguda provoca inflamação do fígado, vômitos, icterícia e, raramente, a morte. Já a hepatite B crônica pode eventualmente causar cirrose ou mesmo câncer. A infecção pode ser prevenida através da administração em três doses da vacina contra hepatite B. O vírus da hepatite D (HDV) só ataca células já infectadas pelo HBV, piorando assim o prognóstico dos doentes com hepatite B crônica.
O vírus da hepatite B é um hepadnavírus - hepa, de hepatotrópico (atraído para o fígado) e dna, porque é um vírus de DNA - e tem um genoma circular de DNA de cadeia dupla parcial. Os vírus replicam através de uma forma intermediária de RNA por transcrição reversa, que, na prática, os relaciona com os retrovírus. Embora a replicação tenha lugar no fígado, o vírus propaga-se para o sangue, onde as proteínas virais e anticorpos contra eles são encontrados em pessoas infectadas.
Tricomoníase
A tricomoníase, também chamada de uretrite, vaginite por Trichomonas, uretrite não gonocócica ou UNG; é uma doença causada pelo protozoário flageladoTrichomonas vaginalis. Sua transmissão se dá por meio de relações sexuais desprotegidas ou contato íntimo com as secreções de indivíduo infectado. O período de incubação varia entre duas e três semanas.
A maioria das pessoas acometidas não tem manifestações sintomáticas e, por isso, muitas vezes a infecção só é descoberta ao se fazer exames preventivos – daí a importância de se visitar, ao menos uma vez ao ano, o ginecologista ou urologista, no caso de pessoas do sexo masculino. Quando os sintomas aparecem, incluem dor ao urinar ou ao ter relações sexuais, ardor e coceira na região genital. Além disso, mulheres podem ter corrimento amarelo-esverdeado e cheiro forte.
Estudos apontam que a tricomoníase está associada à transmissão do HIV, doença inflamatória pélvica, câncer cervical, infertilidade, parto prematuro e nascimento de bebês com baixo peso. Não sendo tratada, a infecção pode reincidir.
É importante visitar o médico a fim de obter o diagnóstico, já que essa infecção pode ser confundida com outras, como a candidíase e, portanto, a automedicação seria um erro. Provavelmente será solicitado o papanicolau, mas o profissional poderá fazer a análise das secreções no próprio consultório.
Como mesmo sem manifestar sintomas a pessoa pode estar acometida, e é capaz de contaminar outros indivíduos, é essencial seguir rigorosamente as orientações profissionais, que incluem o uso do remédio receitado, tratamento do parceiro e abstinência alcoólica e sexual, até que os mesmos sejam autorizados pelo médico.
Quanto à prevenção, o uso de camisinha, tanto masculina quanto feminina, é muito importante; em qualquer tipo de relação sexual.
Tipos de meiose e ciclos de vida
De acordo com o ciclo de vida que ocorre nos seres eucariotos de reprodução sexuada, a meiose pode ser de três tipos: gamética (final), zigótica (incial) eespórica (intermediária).
I – MEIOSE GAMÉTICA OU FINAL
Ocorre em algumas algas e nos animais em geral, inclusive no homem, levando à formação dos gametas (n), unidades sexuadas de reprodução. Osorganismos adultos nos quais essa meiose ocorre são diploides (2n), como mostra a figura abaixo. Graças à meiose, que ocorre em células especializadas, são formados os gametas, que são células haploides (n), daí a denominação demeiose gamética. A fecundação dessas células forma o zigoto (2n), restabelecendo a diploidia inicial. Desenvolvendo-se, por mitose, o zigoto forma um novo indivíduo diploide que repete o ciclo, denominado haplobionte diplonte.
O esquema abaixo mostra o ciclo reprodutivo da espécie humana que, como mencionamos acima, apresenta meiose gamética ou final. Nele, podemos observar que os gametas (óvulo e espermatozoide) são resultantes de meiose, que ocorre em estruturas especializadas denominadas gônadas (testículos e ovários). Nessas estruturas, as células diploides da linhagem germinativa dividem-se e se diferenciam, por um processo chamado gametogênese, formando osespermatozoides e os óvulos, que são haploides.
II. MEIOSE ZIGÓTICA OU INICIAL
Ocorre no zigoto (2n), logo após a sua formação e é observada em algumas algas verdes como a Chlamydomonas e a Spirogyra, em vários fungos, como o Rhizobium nigricans (conhecido como “bolor de pão”) e em alguns protozoários, como o Plasmodium vivax, causador da malária. No ciclo reprodutivo desses seres, os organismos adultos são haploides (n) e produzem gametas por mitose, e não por meiose, como mostra a figura abaixo. Em seguida, os gametas se unem, por fecundação, formando o zigoto (2n), que sofre meiose, originando células haploides. Essas, multiplicando-se por mitose, geram indivíduos haploides adultos, que, formando gametas, repetem o ciclo, conhecido como haplobionte haplonte.
Lembramos que, no ciclo haplobionte haplonte, os organismos são haploides eapenas o zigoto é diploide.
III. ESPÓRICA OU INTERMEDIÁRIA
Embora ocorra em algumas algas multicelulares e em alguns fungos, ela étípica dos vegetais em geral, ocorrendo tanto nos criptógamos (briófitas epteridófitas) como nos fanerógamas (gimnospermas e angiospermas). Nas espécies dotadas de meiose espórica (figura a seguir), há dois tipos de organismos, denominados: gametófito (haploide), que produz os gametas, eesporófito (diploide), que origina esporos. Os gametas, formados por mitose, e não por meiose, unem-se, graças à fecundação, produzindo o zigoto (2n). Esse se desenvolve por mitose, originando o esporófito, que, através de meiose, produz esporos, unidades assexuadas de reprodução. A germinação dos esporos, por mitose, origina gametófitos haploides, que, na maturidade,formarão gametas, completando o ciclo, denominado diplobionte. Esse fenômeno em que há uma alternância entre indivíduos adultos haploides e diploides é conhecido como metagênese ou alternância de gerações.
Como se pode constatar do exposto, nem toda meiose produz gameta e nem todo gameta provém de meiose. Apenas nos organismos dotados de ciclo haplobionte diplonte a meiose produz gametas (meiose gamética). Nos demais organismos (haplobionte haplonte e diplobionte), os gametas provêm de mitose.
Formação dos Espermatozóides
Os espermatozóides são produzidos continuamente nos testículos do homem durante toda a sua vida, mas levam sete semanas para amadurecer antes da ejaculação. A sua quantidade e qualidade começam a diminuir depois dos 40 anos. Os espermatozóides têm forma de girinos e medem cerca de 0,2 mm, muito menos do que os óvulos, que têm mais ou menos o tamanho do ponto final desta frase. O espermatozóide possui uma cabeça onde esta localizado o material genético e uma cauda que facilita a sua locomoção.
O processo de produção dos espermatozóides nos testículos masculinos é conhecido como espermatogênese e se inicia nos Túbulos Seminíferos. Ele é contínuo e demora cerca de sete semanas, desde a geração inicial de um espermatozóide até seu amadurecimento e ejaculação. As figuras ao lado mostra toda o processo da espermatogênese.
Todas as células contêm 46 cromossomos, com excessão a essa regra do espermatozóide e o óvulo que têm 23 cromossomos.
Após produzido nos túbulos seminíferos os espermatozóides percorre um duro caminho até chegar na vagina através da ejaculação. Este percurso inclui o Epididimo que são canais que saem dos testículos e que medem cerca de 8 a 10 m se forem estirados. Esse percurso pelo epididimo dura cerca de 2 a 4 dias onde o espermatozóide vai amadurecendo e adquire sua melhor capacidade de movimentação. Antes de ser ejaculado na vagina o espermatozóide é misturado com o líquido seminal produzido 70% pela vesícula seminal, 20% pela prostata e 10% pelos fluidos provevenientes do testículo e do epididimo. A quantidade de sêmen ejaculado é de aproximadamente o equivalente a uma colher de sobremesa e 2% do sêmen ejaculado é constituído de espermatozóides e 98% de líquido seminal
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